som suave de alguém ent
casa novamente. Nos Estados Unido
os olhos para a
edes l
inas do
pesado da
, tentando afastar
regando um vestido cuidado
denou que us
curo adornado por bordados doura
arecia uma corr
roupas não er
brá-la de que agora p
-
va pelos corredores do palácio ten
ve deslizava por suas pernas a cada passo. Seus cabelos castanho
entia de
tro de um mundo ao qual
o principal, seus olhos enco
tas para o deserto, vestindo roupas tradicionais n
estava
mulher de postura imp
nd
mida
igo
m lentamente por Lorena, avaliando c
Rashid friamente. - Mi
de Lorena s
um passo
a - murmurou ela. - Esper
er de vergonha, mas tentou
queria es
ou uma ri
de nós qui
rculando Lorena como se esti
dem rapidamente qua
ermanece
hid observando t
e de nós? - continuou Zara. - Que ele t
rena pareceu irr
ou os dedos para
se carregando um pe
nziu a tes
e Zara
como as coisas
sitou imed
r foi at
permaneceu
r
óv
resposta
e reagir, a água gelada
cou um arquejo
elando o contorno delicado de seu corpo enquanto go
ro permaneceu
tiu o rost
ilh
gon
iv
riu, sat
inda ao
a o tecido molhado do vestido
ava a chorar
trem
truída po
va tudo em abs
uros fixos nela de ma
samente contradit
recia
ner
da as
ho que qualquer outra mulher n
o irr
tra
Zara - disse
rancelha, surpresa pelo to
idamente, incapaz de suport
-
brigada a servir o almoç
discretamente enquanto s
ras duas mulheres
olhar sério demonstrava que já a
vava tudo em silêncio, quase
Za
apenas espe
acon
u-se para servir o chá
parcialmente sobre as
salão tornou
tou-se abr
a in
rregalou
me des
já havia se
a dele fez o ambi
sa
ina
o acelerar quando ele
rudente - decl
um aci
ambém possuem
ele era
tro
or do qu
ou os olhos
á em seus aposentos a
u o peito
ais diante dos olhares sile
ue mais
shid não demonstrav
ois do que Za
u o choro com
penas a
té sua dor parecia não

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