img A MULHER DA CAPA PRETA  /  Capítulo 5 A mulher da capa preta | 6.25%
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Histórico

Capítulo 5 A mulher da capa preta

Palavras: 1461    |    Lançado em: 09/08/2024

ntes do jantar e nada mais. O seu único defeito era ser careta e religioso, pois ia todos os domingos à Igreja. E como padrasto foi o melhor pai, sempre me deu atenção, me pegava no colo, e co

sua mãe acha

r dizer? - Porque além dele ser fiel, trabalhador, honesto, sem vícios e apaixonado por ela, era um homem bonito, alto, moreno, de olhos

mo a

ele se preocupava muito

relação co

ara mim. Eu fazia besteiras e colocava a culpa nele só para ver o Jandir brigar

- perguntou

e lágrimas desciam dos olhos ao se lembrar da infância. Respirou fu

audável, e tinha saúde de sobra Me tornei uma moça quando tive a primeira menstruação. C

enhor está pensando. Não vai

não fal

s com os olhos, sim!

bem.

ório cruzando os dedos, como se demonstrass

a ter vergonha! - di

s minhas colegas de sala de aula. Então, como eu suava muito, quando chegava em casa eu ia direto para o chuveiro. Minha mãe estava sempre trabalhando, ou estava lavando roupas no tanque, porque naquela época não havia máquina de lavar,

, mas quando fui abrir a cortina do chuveiro estav

foi que

ue, mas senti um louco desejo. Eu era uma mocinha com apenas doze anos, tinha um corpo de mulher cheio de vida e saú

has pernas de fora da toalha que cobria desde acima do joelho até

que não havia nin

ue peço

o filha, e que cresceu e ele não percebeu. Fiquei

chei-me no quarto com muita vergonha, mas na hora do jantar

para tomar café. Todos estavam à mesa e eu sem saber o que fazer. F

iu bem

, sim,

ra o laboratório, minha mãe foi cuidar da casa como sempre, e meu irmão, Lucas, foi brincar com seus amiguinhos. E eu fui visitar a minha

ez que eu lembrava ficava excitada, pensava

nseguia tirar da minha mente,

erendo dizer? - perg

inha vida sexual. Só assim eu ia me curar daquela obsessão, antes que

a errado seduzir seu pad

ais forte do que eu. E toda vez que ele se aproximava, minhas pernas tremiam e meu corpo suava

noite só, descobriria que não passava de um capricho meu, ou quem sabe de uma simples dor de cabeça de uma jovem rebelde. Deixe

ue vo

minha mãe, eu ficava louca de ciúmes. A vontade que eu tinha era de invadir o quarto deles e gritar

mim. Atormentada pelo louco desejo por ele, e pela

ela obsessão doentia eu perdi o controle, mesmo ele sendo um homem honesto sem vícios trabalhador, fiel à minha mãe, e um bom pai para mim e para o meu irmão. Ele sempre foi atencioso com toda a família, perfeito como homem e como pai, embora não seja meu pai biológico, e isso era o pior. Talvez fosse esta a razão de sentir tanto desejo por ele. Não achava normal sentir aquela louca paixão, e doía muito dentro de

ntas vezes questionei-me e condenei a mim mesma? O que mais me deixava furiosa era porque no colégi

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