img A Madrasta Mais Odiada  /  Capítulo 4 Encontros Do destino | 4.60%
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Capítulo 4 Encontros Do destino

Palavras: 1524    |    Lançado em: 19/07/2024

nzo Fer

sa para preparar até o dia da inauguração do novo prédio. Tive uma conversa com o meu outro filho, João C

m sincero com o João Carlos! Se soubesse que ele estava protegendo seu i

randes CEOs assim como eu. Tive que assumir tudo após a morte de sua mãe, e não foi fácil conciliar a empresa e cuidar dos filhos

ós o nascimento de nossa filha. Mas eu nunca culpei Esther por isso. Eu entendia perfeitamente que o destino tinha planos diferentes para

via três pessoas que precisavam de mim. Tive vários relacionamentos, mas nada duradouro. Nunca tive coragem de colocar outra mulher no lugar da mãe deles. Mi

ecidi voltar ao hotel, pois ainda tinha um compromisso de almoço com um dos investidores. De repente, uma mulher surgiu na frente do meu carro, toda suja e ainda foi m

ê-la naquela situação e perguntei o que havia acontecido. Não pude deixar de rir enquan

ação da sua funcionária. Quando afirmei tudo o que acontecera, ele também não se conteve e riu muito e teve pena da funcionária, concordando em reconsiderar

, observando-a, pois ela não tinha me notado e muito menos percebido que o elevador já havia parado. Ela parecia estar ajeitando o sapato e

ito, vamos sempre nos e

Depois daquele episódio constrangedor, mas parece que o destino gosta de

do, mas ela própria não

el! Mas você acr

do acaso? Ou da sorte mesmo? - entrei no elevador e apertei no

ois! Me diga, v

pouco, na ala dos funcionários! - Maribel tinha uma beleza e

respondi

vidar para almoçar ao meu lado, m

como eu, ficar andando com um cliente do hotel para cima e pa

nvestida minha, e eu apenas sorri, olhando para

achei uma menina interessante e queria te conhecer melhor, apenas is

nheci acabou me deixando em uma situação difícil. Princ

ou e fiquei curioso. O que será que ela ia dizer? Entã

ocê ia dizer qu

ele canalha me fez, mas eu realmente não quero falar sobre isso, até porque não p

á que esse estrangeiro fez a ela? Foi o que eu me perguntava enquanto caminhava até a mesa onde estava um dos investidores do meu novo projeto. Assim

que ela calçava 36,6 e seus pés eram pequenos. Já era por volta da noite quando cheguei ao hotel e vi Maribel na rec

é para entregar a al

de ajudá-la, percebi que seu salto quebrou. - ela de imediato me en

nte vindo de um cliente do hotel. Os meus superiores não v

ou o seu sapato devido a mim. Se eu não tivesse buzinado, v

ga que está ao seu lado comenta, sorri

Maribel! Desse jeito, está

do envergonhada. Já disse que não posso aceitar! - colo

icar ao dono do hotel que você m

esma ainda encarava as sacolas com semblante sério. Pelo visto, essa muchacha é muito orgulhosa! Não gosta de aceitar presentes de

por aqui com Maribel de novo. Isso se ela não começar a me evitar, pois depois dessa, duvido muito que não se afaste. Percebo que toda ve

ar comigo. Sinto que desde que me encontrei com essa mulher, tenho uma conexão incrível e não sei explicar isso. Algo

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