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Capítulo 4 Salvo, meu salvador!

Palavras: 1312    |    Lançado em: 28/06/2024

arr

para levá-la até a clínica. Ele, que havia machucado um de seus pulsos devido ao forte aperto

o pulso, mas pela incerteza de saber o que aconteceria com ela. Silenciosa e com

e de trás da van, Jennifer não conseguia ver ao seu redor. Além disso, ela se sentia muito d

perguntou Charlie, olhando para

nif

ritei com coragem e bravura, fechando os olhos para ouvir o go

o se fossem pires, atônito e com o coração acel

tou. Pelo seu tom de voz, de raiva e fúria, algo aconteceu p

mexer, aliado ao fato de que não podia fazer i

ei: "Em sua van", acrescentei por fim, com raiva, mas com a

le perguntou, com irritação, e como eu não pod

la onde estou abrigado", esclareci. "Seu gest

para você me fazer desaparecer, pois sou um

o há registro de minha partida, porque não carimbei m

om. Você escondeu uma pessoa com um feriment

vida dele!", argumentei, sem um objetivo em m

lvo? Você supostamente não o conhece, n

iu que eu estava com ele, fazendo amor na areia", confessei, deixando as lágrim

istiu ele, teimosamente, "Agora, saia! Meu chefe q

uda, meu salvador foi salvo", pensei com gratidão, fechando

oz alta, "não vou lhe co

idiota algemou meus pulsos e tornozelos",

arr

lgemas. Ele as tirou, ajudou-a a descer e a guiou até a sala da clínica onde estava seu c

aminhando à frente dela, enquanto atrás d

um pouco, especialmente o cabelo. Ele lhe entregou um lenço para limpar

ele, ansioso, apesa

ser igual ou pior do que você", respondeu ela, recupera

não estava à vontade, ficou contemplando e detalhando a beleza dela, da c

r

tinha ouvido, lá no quarto, onde ela me esperava. Ela obedientemen

r profundo, contemplando seus belos olhos, m

eu!" Ela respondeu: "Deixe-me i

fez, salvar-me do guarda de fronteira que estava me pe

as, parado no canto da

hum momento ele a agrediu", ordenou ele, f

omens", respondeu ela com raiva. Voltando

ida, por gratidão, nada mais", disse

seu olhar. "O que acontecerá se eu não deixar você ir?", questi

seu amigo ou ao seu funcionário", apontando para Charlie, "qu

ste país, não tenho documentos. Será

e você pensa tão mal de mim, me salvou?", pergun

e fronteira estava me perseguindo, esbarrei em você e caí em cima de voc

olvendo sua jaqueta em mim. O guarda, quando se aproximou de mim, não me

que você estava machucado e que eu tinha que ajudá-lo, então o levei para o meu abrigo

o um sorriso interior: "Então, você me deve sua liberdade e a possi

", respondeu e

nif

u eu quem está em dív

igo", analisei com pesar, esperando o pior e c

ra seu funcionário: "Lev

em Veneza?", pergunt

s mãos entrelaçadas em oração, "Senhor,

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