img A faxineira do ceo bilionário  /  Capítulo 2 A dor da perda da perna | 3.23%
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Capítulo 2 A dor da perda da perna

Palavras: 1295    |    Lançado em: 28/04/2024

ON

mento. Robson, meu leal mordomo, cumprimentou-me com um "boa

r. Tomou seus medi

ntraram os meus. Eu, por um instan

bson. Preciso me a

ealdade que, mesmo envolta em formalidades, revelava uma inabalável dedica

e para o refúgio de meu esc

vistas para a posição de diari

em meu pulso, encontrou-se novamente com o de Robson. Uma es

ara isso, Robson. C

dançantes, eu me via diante das obrigações infindáveis que minha posição demandava. Envolto na penumbra de minhas

contornos familiares, os móveis requintados e a imponente poltrona que me acolheria.

joelho mecânico. Uma conexão de metal que se fundia com a carne, uma junção infernal qu

fern

orreu a superfície fria da prótese, um gesto que denotava tanto frustração quanto um anseio contido. De

ticulosamente, cada engrenagem, cada fio, projetados para replicar os movimentos naturais de uma perna humana. Até mesmo o sistema implantado e

inha anatomia. Tantas noites passei estudando, aprimorando minhas habilidades de engenharia, tentando superar as barreiras que meu p

ecer presente. Uma batalha incessante entre o desejo de libertar-me da máqu

ra do escritório, refletiam o cansaço que permeava minha alma. Precisava estudar mais, a

ntor, o criador, estava exausto. A poltrona tornou-se meu trono de desabafo silencioso, onde a solidão se misturava com o eco de minhas próp

passo mancado. Cada passagem pelo escritório era um eco das minhas próprias l

ções. Ali, entre papéis e projetos inacabados, repousava a caixa de analgésicos. Sem h

uma destreza forjada pela prática constante desse ritual. O líquido âmbar dançou

imeiro gole foi como um soco controlado, o calor do líquido mesclando-se à ardência dos comprim

ia em que decidi p

sentença. A decisão temerária, o salto que me custara a perna e, mais do que isso, a paz de

constante. O último gole do whisky desceu pela garganta, levando consigo a queimação d

mais uma cena na trama interminável da minha busca por alívio. E ali permaneci, entre projetos inacabados e analgési

ia. Aquele período em que a vida parecia ter congelado, uma pausa dol

Algo não estava certo. A sensação de vazio, a ausência de algo que sempre estivera

meu lado. Sua voz era um murmúrio suave que tentava me acalmar, mas

na, e suas palavras caíram s

rpo travava pela sobrevivência. Seis meses em que a mulher que eu

xistência ainda estava entrelaçada entre a realidade e o torpor do sono profun

partira, deixando-me à deriva quando eu mais precisava dela. A justificativa era uma amálgama de palavras que formavam uma sentença insu

ada pela faca afiada da traição. A fidelidade prometida em votos de amor se desfez como uma i

perna tornou-se secundária diante do vazio deixado por um coração quebrado. Enquanto eu lutava para me reerguer, a mulher

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