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Capítulo 4 MORTALMENTE FERIDA

Palavras: 1805    |    Lançado em: 10/05/2024

a, enquanto cambaleava pelo corredor estreito e escuro daquele lugar sombrio.

aente. Ela usava óculos enormes que realçavam sua feiura. Desde muito jovem, Sofia decidiu se tornar útil e valiosa por meio de sua honestidade, integridade e bondade. Com o pouco di

ue esse terrível infortúnio a havia atingido. E, pior, ela se sentia culpada pelo que havia acontecido. Ela havia entrado e saído sozinha

ra pegar suas coisas. Sofia sabia que tinha de fazer o possível para escapar daquele lugar terrível. Ela tinha

cê mais do que estamos acostumados a pagar, aqui, e este

ua escura e úmida. Sem saber o que fazer ou para onde ir, ele a deixou lá completamente desorientada. Ela andou descalça pela rua escura e solitária

ainda mantinha a sensação fantasmagórica das mãos do homem em sua pele. Lágrimas come

, um apartamento. E agora, indignada e humilhada, ela vagava descalça e perdida no meio da noite.

er se colocado em uma posição tão vulnerável. O que ela estava pensando? Ela deve ter suspeitado que algo estav

não tinha ninguém neste mundo a quem recorrer, estava sozinha, exatamente como quando era

la havia perdido tudo. Só queria desaparecer para sempre desse mundo cruel que a maltratava desde o dia em que nasc

O

mulher. -Você é a nova assi

ndeu ela, segurando

ê sabe onde ele está? - perguntou a voz urgente, ignorando a resposta hesitante dela. -Is

um momento o que havia acontecido com ela e procurando desesperadamente

ra? Estou cansado, você sabe que não

que ir com urgência porque seu pai estava morrendo- ele falou o mais rápido que

ama e andando de um lado para o outro no quarto enquanto continuava a ques

a sua mãe, senhor, ela não disse e eu nunca falei com ela antes, não sei. Ela

ei quando volto. Vou trabalhar a partir daí, está bem? Conto com você, Sofia? Fazer exatamente o que

dela. Pela forma como o Sr. César López estava reagindo, parecia que ele não estava chateado com ela. Sem que ela respondesse, ele continuou a lhe dar ordens sobre

a. Se seu chefe não estava chateado com ela e agia como se nada tivesse acontec

. Alguém a havia enganado e atraído para aquele bordel sórdido. Poderia ser o motorista do táxi? Ela não conseguia se lembrar do rosto d

r havia lhe dado. Ele dizia "Club Atlantis" e tinha um endereço. Sofia sentiu náu

ém importante, não entendia o que eles poderiam ganhar ao feri-la de forma tão cruel.

que a anterior. E se alguém poderoso a tivesse escolhido como vítima aleatória? Ou talvez fosse uma vingança con

lguém a estava observando. Será que ela poderia confiar nos próprios vizinhos? O terror de não saber a d

deitar após a ligação de Sofia dizendo que seu pai estava no

temos que ir para

Sr. César López não conseguia parar de pensar em seu pai e em chegar a tempo de se despedir. Ele estava ansioso; fazia meses que

ião estava pronto para decolar. Enquanto embarcava no avião, que partiria em meia ho

pendimento. Ele rezava para chegar a tempo de ver seu pai vivo pela última vez e se despedir adequadamente. Ele est

o chuveiro e deixou a água quase fervente cair sobre seu corpo. Esfregou a pele com força,

icou avermelhada. Ela se sentia tão humilhada, tão impotente. Houve momentos em que a rai

ela poderia deixar isso acontecer. Ela deveria ser uma mulher forte e independen

os de tanto chorar e a pele machucada pela escultura. Ela se sentia como uma concha vazia e sem esperança. Mas

ista, uma maneira de descobrir quem estava por trás de tudo. E quando encontrasse, ela se certificaria de que ele apodr

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