img Laços de Família - O viúvo e a CEO  /  Capítulo 9 A Dor da Perda | 4.33%
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Capítulo 9 A Dor da Perda

Palavras: 1966    |    Lançado em: 01/04/2024

ph

nte pronto para voltar à Los Angeles, para ir de encontro a

elizes com os planos de começar nossa família, ter os tão sonhados filhos, e no seguinte a descoberta do câncer, que a tirou de mim. E

poltrona, fechei os olhos, dei

meu casamento, mas com o tempo, eu comecei a querer ter uma família, e sabendo que a única opção e

câncer de mama. Só fui descobrir bem depois, quando ela teve uma queda e foi ao hospital. Naquele dia, antes de saber da doença, nós acabamos discutindo. Eu estava preocupado, pois ela vin

parecia nada preocupado com ess

ntia. Nós tínhamos aprontado muito no dia anterior, mas apenas porque as atitudes dela

deixar ser seduzido por minha esposa, e acreditar que se e

ico apareceu, e ao receber a notícia que minha esposa estava com câncer de mam

á havia se espalhado para a coluna, sendo daí a origem de suas dores. Foi nesse momento que descobri sua mentira e irresp

istrair naquela semana. E foi só quando ela perguntou se eu a deixaria que me acalmei, ja

sconder de mim, afinal era por culpa de um segredo que

, e apesar de ter ficado muito bravo por sua mentira, acabei deixando a raiva de lado ao ver como ela esta

após a cirurgia ela ficaria bem... Mas ela não acreditava nisso assi

o em como será sua vida depois que eu me for, eu

rendo chegar com aquela co

pare, p

ão antes que v

ssa que ela queria, ainda assim, fiz a pe

eter o

ixará de cozinhar os chocolates deliciosos que faz e nem de inventar receitas. E

finha, minha vida sem

or um tempo sendo sem luz, um dia o sol vol

brilho da

onde eu estiver, esta

Vo

sentia que tinha algo de

Leilah? Por que essa insistê

o partir sem ter a certeza de que você fica

a promessa ou perdão para alguém em seu leito de morte ou enfermo, algumas pessoas sentem o chamado da morte. E quando a mo

amado da morte, porém, não tive coragem de lhe negar essa pa

nossa casa, eu te prometo que não deixarei de ser quem sou, nem de fazer m

ado, quero que se dê a chance de um nov

seus olhos lacrimejantes, su

mais comigo, dou a chance, mas não acre

fiz o melhor para ela. Pouco depois ela foi levada para a cirurgia, m

eça que cada uma de minhas atitudes foram pensando no nosso filho, foi por ele que fiz t

i suas doce voz. Limpando as lagrimas que teimam e

bem devagar. O médico havia me falado que a cirurgia levaria entre 2 à 3 horas, mas já passou meia hora do previsto e nada de alguém vir nos dizer o que está aconte

oras de cirurgia, o médico veio até nós,

s o senhor apareceu, c

sim que iniciei o procedimento e estava como cítio cirúrgico exposto, encontramos uma complicação, o tumor estava enraizado no arco-aórtico obstruindo, uma das ramificações que é responsável

recusava a acredit

rurgia, e embora prontamente iniciamos as técnicas de reanimação, foi em vão. Nós fizemos todo o po

zer companhia. Mas, mesmo com seus braços, ainda me sentia desamparado e sozinho, pois o coração que fazia compasso com o meu, que guiava meus passos, já não batia mais

dei meu amor, minha alma e meu coração, aquela que dava brilho e cor a minha ex

, não existia ma

momentos juntos, pensando nos dias que estivemos sonhando em sermos uma família. Esqueci-me completamente de minha prome

de minha avó, dona Dinah, chegou como uma força da

esa quando vi minha avó entrando em minha casa. Eu não lhe via desde o enterro, e pensava que

no que lhe ensinei? - Sua voz era f

levei muito a séri

meteu a sua mulher que faria o oposto? É assim que ama a Le

tava apenas existindo e não vivendo como havia prometido. Eu não estava em meu sofrimento provando meu amor, pelo contrário, estava fazendo tudo que ela n

omessa que fiz e voltar a viver, pois não poderia desapon

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