img A Propriedade Do Alfa - Série A Ascensão Da Lua  /  Capítulo 6 Você Consegue Nos entender | 6.98%
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Capítulo 6 Você Consegue Nos entender

Palavras: 1614    |    Lançado em: 22/12/2023

uma voz feminina rouca falar com desdém. - Não façam essa cara, apos

a irritada. - Sabe que o Dylan jamais permitirá

cômodo e meu corpo se arrepia

om desgosto. - Se ninguém a devora

o. - Ela sobreviveu a um ataque de um sugador de sangue, isso por si só já é im

canino, como se ele estivesse preste

into meu peito doer ao lembrar da minha famíli

úpida, todos ainda estariam vivos,

Será que eu ainda estava lá? Era improvável, pois sentia que estava deitada em algo macio e aqui estava quente. O cheiro era famil

medo, e escuto um grito feminino acompa

arriga. Sua voz grossa e grave era assustadora, mas por algum motivo me s

rosto feminino é delicado, embora tenha uma cicatriz em sua bochecha. Seu cabelo ruivo é cacheado,

ngelical, diferente da outra vo

s estão raspados nas laterais, e seus olhos mel encantadores emanam uma mistura intrigante de curiosi

ara eu cuidar... Não entendo po

ndo acordei. Ela me encara com um olhar de superiorid

u maxilar marcado, levemente sombreado por uma barba bem-cuidada, acentua seus traços viris. Os olhos expressivos, da mesma cor mel que os da mulher, r

encostar um dedo sequer nessa

ameaçadoramente. Ele emite um som estranho,

forma fria. - Saia daqui a

se afasta rapidament

sem questionar? Eu tinha tantas pergu

oz se torna doce e preoc

lado me encara d

bem diferente do nosso. Acho que ela não

. Me sento na cama e sinto uma forte dor na minha perna, fazendo-me gem

a, e o homem me encara de forma estranha.

sse observando um alienígena sair de sua nave. Me encolho instintiva

tende nossas palavras... - El

u já havia estudado muitas. Era como se eles falassem de forma de

i estudar diferentes línguas. Não sabia

ndo penso em seu corpo se arrastando pelo chão. Toda minha f

nsegue no

xótica. Me assusto quando seu rosto se aproxima e ele começa a me farejar como um animal. Seu

ntra no meu sutiã e puxa para

havia me dado na infância. Uma pedra negra, tão escura que chegava a não refletir luz alguma, era feita de um do

voz rouca, mas sou igno

rpo e ele me segura ra

tava assustadora, era como se ele estiv

apenas um colar comum, mas que tinha u

mel. Ele parece não se abalar, sinto seu nariz perto do meu pescoço

rma bruta, me fazendo cair na cama. Grito ao sentir seu corpo pular em cima de mim e suas mãos e

e ele não se considerasse humano, era algo bizarro e constrang

sentia que esse era meu fim. Olhando em seus olhos cor de mel, sinto minha visão embaçar devido às lágrima

ovamente. Minha mão toca sua bochecha e o vejo confuso quando o puxo para perto, deixando noss

ivência ou apenas por ele ter olhos hipnóticos, mas e

com delicadeza. Sinto meu rosto ficar quente

pele se arrepiar. Sua mão aperta minha ci

. Ele me olha confuso por alguns segundos e, logo e

Tento correr em direção à porta, mas apenas alguns passos depois, per

rigo. – A mulher fala com um tom doce.

ito forte e me impede de controlar a situação. As lágrimas rolam pelo me

mo se eu fosse uma criatura exótica. Nosso contato visual é interrompido e ele me coloca novamente na cama

o quarto, me deixando com

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