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Nas Garras do Don

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Capítulo 1 O Início

Palavras: 1649    |    Lançado em: 05/12/2023

vanna Ca

olégio interno, aquela normalidade que a maioria das garotas da minha idade experimenta. Mesmo com a segurança intensifica

ça a se dissipar, dando lugar a uma inquietação profunda. Já que durante uma briga pró

rro algumas ruas movimentadas, perguntando a estranhos se a viram. Algu

áreas movimentadas. Decido me dar por vencida e procurar um táxi para voltar para ca

te. - Perdida e sozinha! Se você não morreu há alguns anos, seu

arrepio percorre minha espinha, fazendo-me acelerar o passo, ao mesmo tempo,

z é suave, mas seus olhos azuis, gélidos e penetrantes, me

respondo, sentindo minha

o você continuar andando sozinha por a

stintos insistem para que eu corra, mas algo me paralisa, uma mistu

acilam e o pânico toma conta de mim quando vejo ele sair do veículo e se aproximar de mim. Cada pa

i, mas seus olhos azuis continuam tão gélidos quanto gelo. O cheiro de álc

le me agarra pela cintura com uma força que me deixa sem fôlego. Luto pa

dentro do carro. Sinto o impacto contra o banco e minha

indinha. Agora vai aprender do pior jeito po

me ver tentar abrir a porta inúmeras vezes. O medo e a sensação de im

ento de clareza, recordo-me da minha bolsa jogada aos meus pés. No entanto, antes que eu t

ançando-me um rápido olhar antes de voltar sua atenção para o trânsito. Quando seus

num sussurro. Ele solta outra risada e balança

a noite está apenas co

o resposta, ele estaciona o carro e sinto imediatamente a ardência no meu rosto devido ao forte tapa que ele me des

costo do banco. Enquanto a outra desliza entre meus joelhos, empurrando o assento para trás com brutalidade. - Te levar para um lugar legal, te trat

favo

! Você é mais atra

Seu corpo pesado sobre o meu me imobiliza instantaneamente. Após minutos dessa to

minha mão em direção ao banco traseiro. Num misto de pavor diante de seus toques cada vez mais invas

e encosto a arma em sua barriga. Em frações de se

mas sequer me preocupo em procurá-la. Apenas aproveito o momento em que ele leva as m

escorrem pelo meu rosto. Sinto minhas pernas tremerem e a corrida parece cada vez mais

estacionados na rua sombria. Não tenho a menor ideia de onde estou. A única certeza que tenho

recem não ter fim, enquanto as imagens dos minutos anteriores ressurgem

me traz de volta à realidade. Suspiro profundamente,

to por mim. Na aparente quietude que se segue, r

e uma rota de fuga. Mas ao ouvir outro carro se ap

ar e me esconder. "Talvez o padre possa me ajudar." Murmuro. "E espero que Deus me perdoe por i

cal vazio, exceto por um homem ajoelhado no primeiro banco, próximo ao altar. Faço o possível para minimi

em me encara, percebendo minha presença. Ele passa a língua

mim, enquanto ele se aproxima em passos lentos. Engulo em s

rrado, e uma expressão de exaustão. É inegável o quão atraente ele é. Tão encantador qu

a poucos metros de mim, dou dois passos para trás e me viro para fugir novamente. No e

assos são suficientes para sentir sua mão agarrar meu braço, virando-m

rro, com a voz trêmula

á muito longe de casa, em terr

Eu... Não dever

o quando tento soltar-me. - Cheguei a acreditar que estava cansad

za de que não deseja um

ós, e seu pai faria o mesmo no meu lugar. Espero que as mulheres da Sovranità s

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