img O Equívoco do CEO  /  Capítulo 4 Morar nas ruas é cruel | 3.92%
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Capítulo 4 Morar nas ruas é cruel

Palavras: 1718    |    Lançado em: 21/11/2023

s, vestida com uma calça legg preta e uma camiseta cinza, nos pés um tên

cansou, sentou em um canto escuro

Deus m

um idioma que ninguém entendia. As pessoas passavam p

le idioma, mas todas elas estavam relacionadas a dinheiro. Ela tentava repetir as palavras que Viv

de sair de lá, a vida se tornara cruel. Ser uma brasileira sem documentos, sem falar a língua e sem t

ando na rua, sem dúvidas foram os mais difíceis de todos. Ela dependia da generosidade de

orpo a destruía. Seu cabelo que era tão lindo hoje está todo sujo, embaraçado, sua

ntada na calçada fria, ela acariciou os pés descalços e machucados. Lágrimas silencio

o meio de uma multidão, numa terra estranha, sem esperança de encontrar um l

ílias, ela senta na calça esperando as sobras serem jogadas, até que uma jovem, seu nome é Kimberley, ela é uma modelo famosa de Los Angeles, assim que coloca os olhos e

udo nas ruas e ver uma mulher tão rica estendendo as mãos para ela causou medo.- Eu não vou te machucar, vem,

us olhos brilham de admiração, mas também há um medo profundo enraizado em s

Ele se aproxima lentamente, erguendo a mão para impedir Luna de entrar. Mas antes que suas palavras

quase sem forças para pronunciar as palavras. Ela não precisava

uave, mas firme. - Essa jovem está comigo, e eu gostaria que você respeitasse minha

e desconfortável com a situação. Ele balança a cabeça com desaprovação, mas nã

trêmula e segura a mão da jovem modelo. Sentindo a gentileza e a força em seu toque, Luna toma c

alguém, Luna sente o cheiro delicioso da comida que é trazida para elas. Seus olhos brilham com gratidão enquanto ela devora cada garfada, finalmente saciando o vazio em seu estôm

a de vida, suas lutas e suas conquistas. Luna ouve atentamente, maravilhada com a determinaç

poderei te agradecer como s

mente, seus pés estavam cortados pelo tempo que anda

te dou um teto seguro, comida, rou

o, será verdade tudo isso? Ou é mais algué

por me alimentar, ma

sei por que, eu vi que em você posso confia

iria confortável em receber

apartamento é grande e eu não

eiro que diz que vai me pagar, pelas demais alternativas, e

um sorriso no rosto estende

pinturas coloridas, proporcionando uma sensação acolhedora, mas mesmo assim, a desconfiança persistia em s

talhe do ambiente. Ela percebia que a mulher parecia genuinamente preocupada com

va o ambiente . Luna estremeceu por dentro, mas decidiu confiar em sua intuição. Ela tirou as roupas sujas e v

nheiro e lentamente começou a esfregar cuidadosamente as costas e o rosto de Luna, lavando seus longos cabelos emaranhados com d

o afetuosa de Kimberley a fazia ficar em silêncio. Era como se a água suja estivesse levando consigo todas as má

nto que nunca mais voltará a

sigo a sujeira acumulada, Luna olhou para Kimbe

ncontros com pessoas desconhecidas não foram nada agradáv

passando uma toalha macia no

por momentos difíceis, mas eu prometo que estou aqui para a

u nas ações da jovem, nos cuidados que ela lhe proporcionava, e a

belos de Luna com delicadeza, a j

com base nas ações de algumas pessoas. É hora de deixar m

soas. Ela sabia que a reconstrução da confiança era um process

udo de ruim que já te aconteceu e construir um futuro melhor

apartamento, ela abraçou Kimberley com gratidão, permitindo-se acreditar que, talvez, d

una, abrindo seu coração para novas possibilidades e ajudando-a a encontrar a força dentro de si mesma para lutar por uma vida mel

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