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   Capítulo 6 Você me tem, não precisa de mais nada

Presa com o CEO Por Verônica Costa Personagens: 6929

Atualizado: 2020-05-08 00:17


"Vamos ver, diga-me", disse Jorge sentado no sofá que estava ao lado da cama.

"Primeiro, não me toque sem a minha permissão." Se sentia envergonhada por ter feito sexo com um estranho.

Jorge concordou assentindo.

"Segundo, não leve outras mulheres para casa!"

Jorge repetiu o gesto, concordando.

"Terceiro, nosso casamento não será exposto ao público."

Jorge assentiu novamente com a cabeça, porém ela esqueceu de definir o prazo de validade, não era?

"Deixe-me dizer agora o que eu quero: quero um casamento discreto, não quero envolver-me em problemas.", acresentou o homem.

"Combinado!", Lola respondeu imediatamente.

Depois de vestir as roupas que Jorge preparou para ela, Lola foi levada diretamente para casa dele, que ficava em uma zona de classe alta.

Quando entraram na casa, sentiram o delicioso aroma do jantar. A criada, a dona Du, saiu da cozinha.

"Senhor Jorge, logo o jantar estará pronto. Dona Lola, o seu quarto fica no segundo andar, em meio ao corredor à direita. Já está preparado para recebê-la." A dona Du trabalhava para a família Si há pelo menos 10 anos. Dessa vez, Jorge estava na cidade a negócios. Esperava-se que de momento, ele não deixaria a cidade. Por isso, o pai do Jorge designou a dona Du para cuidar dele. Ela tinha chegado dos Estados Unidos para cuidar de Jorge.

Jorge tinha ligado para ela naquela manhã e pedido que ela preparasse um quarto de visita.

"Muito obrigada e desculpe pelo incômodo." Lola parecia tão pálida que a dona Du sentiu pena dela.

"De nada, a senhora pode ver o quarto primeiro, porém lembre-se de descer para jantar." 'Que menina carinhosa. Formam um casal perfeito', pensou dona Du.

Jorge subiu as escadas e Lola o seguiu.

Jorge parou em frente um quarto e abriu a porta: "Este é o seu quarto. Porém, não vamos morar aqui por muito tempo. A casa na Rua Fonte das Pérolas está quase pronta. Assim que estiver tudo pronto, vamos nos mudar para lá."

'Rua Fonte das Pérolas? Fica naquele bairro que tem apenas 8 casas?' Lola já tinha escutado falar daquele bairro, era mais luxuoso, mais magnífico e mais elegante do que a casa que ela morava. Comentava-se que um misterioso investidor tinha gastado dezenas de bilhões na construção daquelas mansões. Cada casa ocupava uma área de mais de mil metros quadrados, sem falar no jardim e na piscina ...

Embora Lola fosse de uma família rica, o que ela tinha antes nem se comparava com o que teria agora.

O quarto tinha 80 metros quadrados, mobiliado com uma cama de casal de 3 metros de largura com roupas de cama rosa, que ficava bem no meio do quarto. Havia um tapete de lã branca no chão e a parede estava coberta com papel de parede branco decorado com desenhos florais.

Havia também uma cômoda, um armário, uma mesa de computador e uma cadeira branca.

Do lado direito do quarto havia um banheiro decorado com a cor marrom clara, se via uma banheira em forma de concha também marrom.

Uma cortina impermeável da mesma cor estava pendurada ao lado da banheira e das prateleiras, onde estavam penduradas as toalhas de banho.

Ao lado de torneira, haviam produtos de banho de alta qualidade.

Do lado de fora do banheiro havia uma varanda de 20 metros quadrados, mobilada com duas poltronas brancas e uma pequena mesa redonda branca entre elas.

Lola nunca tinha visto um quarto tão limpo, era impressionante. Embora tivesse tido um quarto luxuoso e elegante, não se comparava com aquele.

Além disso, aquele quarto era mais do que suficiente para alguém como ela, que tinha perdido a sua própria casa e tinha que depender dos outros para se sustentar.

"Fique neste quarto por enquanto. Vamos nos mudar em breve." Quando Jorge viu Lola jogar-se na cama, ficou fixamente olhando para ela.

"Não tenho nada o que reclamar, já está bom demais. Afinal, perdi tudo o que tinha, né?" Ela murmurou, para responder a Jorge, e também para recordar a ela mesma.

De repente, Jorge pulou em cima dela. A ação repentina assustou Lola.

Eles estavam tão perto um do outro que a distância entre os rostos não chegava à 1 centímetro.

"A partir de agora, você tem à mim, é o suficiente." Lola estava intoxicada com seus sussurros emocionais de amor e o seu coração acelerou. Ela levou as mãos até o peito, e resistiu por pouco tempo.

Seus olhos eram profundos, tão misteriosos e atraentes, como se tivessem um vulcão escondido lá dentro, que lhe atraía para explorar.

Ele abaixou a cabeça, enquanto ela fechava os olhos. O cheiro do corpo de Lola o agradava.

Pouco tempo depois, escutou-se um barulho. Lola, tinha o rosto corado, empurrou Jorge e levantou-se.

Jorge não podia acreditar que a mulher tinha lhe dado um tapa na cabeça.

"Você é muito estúpida! Vou fazer você se arrepender!" Querendo se vingar, Jorge ficou em pé do lado da cama, seu rosto tinha uma expressão fria, puxou Lola pelo seu pulso e a jogou novamente na cama.

"Foi você quem me seduziu primeiro!" Lola, irritada e ao mesmo tempo tímida, afastou Jorge.

Interessante! "Vou comer você inteira." Ele disse isso como uma saudação casual.

Lola pegou um travesseiro e o colocou na frente dela: "Jorge, não vou me casar com você, você tem muita experiência! Você é um mentiroso! Você prometeu que não me tocaria." O que aconteceria se ele não cumprisse suas promessas e a forçasse todos os dias depois do casamento?

Os homens nasciam sabendo como flertar com as mulheres. Jorge não se considerava um homem experiente. Se os seus amigos soubessem que ele estava sendo descrito como um homen experiente, eles ficariam surpresos!

"Não depende de você. Ninguém tinha se atrevido a me rejeitar!" Jorge deu um salto da cama, ajeitou sua roupa e caminhou em direção a porta. "Vamos descer para jantar ou você não terá nada para comer."

Mal humorada e irritada, Lola olhou para Jorge e o seguiu para descer.

Quando eles desceram, a dona Du já havia começado a servir o jantar. Lola correu para lavar as mãos e decidiu ajudar dona Du na cozinha.

"Senhora, não precisa me ajudar. Pode deixar que eu faço isso sozinha!" A dona Du sentiu-se ainda mais feliz com Lola, pois era gentil e carinhosa.

"Não tem problema. Não tenho nada para fazer agora. Você não precisa me chamar de senhora, pode me chamar de Lola!"

'Agora que moro na casa de outra pessoa, tenho que manter um bom relacionamento com todos, caso contrário, não sei como vão me tratar. As pessoas podem ser desprezíveis', pensava a Lola. Ela não confiaria facilmente nos outros.

Jorge pegou uma cadeira e olhou friamente para Lola, que estava ajudando a dona Du na cozinha. Ele ficou feliz ao ver aquela atitude por parte dela, já que não gostava daquelas mulheres que se sentiam divas.

O jantar era bem saudável, eram quatro pratos e uma sopa: costelinha de porco, brotos de bambu feitos na grelha, tofu com suco de tomate, peixe cozido ao vapor, sopa de cogumelos e mingau de milho.

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