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   Capítulo 1 Me salve

Presa com o CEO Por Verônica Costa Personagens: 7251

Atualizado: 2020-05-08 00:09


No Hotel Península de 5 estrelas

A festa de 22 anos de Lola Li estava chegando ao fim. Lola estava um pouco bêbada e andava cambaleando. Seu rosto estava mais vermelho que antes, como se ela tivesse se maquiado com o rouge.

O elevador chegou ao oitavo andar e Rosa segurava as mãos de Lola com força. Depois de pensar um pouco, ela decidiu que não deixaria Lola e Miguel dormirem juntos.

Ao tomar essa decisão, ela conduziu Lola até o final do corredor. As duas caminharam sem parar até o último quarto, quando encontraram com o garçom do hotel, que tinha acabado de entregar a comida e ainda não tinha fechado a porta do quarto.

"Olá, meu amigo está neste quarto, vou dar um "oi", você não precisa fechar a porta." Sem suspeitar dela, o garçom foi embora, empurrando o carrinho de comida.

Pela fresta da porta, Rosa viu uma sombra gigante, vestindo o roupão do hotel. A pessoa devia ter acabado de tomar banho.

"Desde que seja um homem, não me importa", disse Rosa.

Sem pensar duas vezes, Rosa empurrou Lola para dentro do quarto com toda sua força e rapidamente fechou a porta.

Ao fazer isso, ela olhou para cima procurando a câmera de segurança. Felizmente, este quarto estava localizado num ponto cego, fora do alcance da câmera.

Depois de ajeitar o cabelo, ela se dirigiu ao outro quarto como se nada tivesse acontecido.

Lola foi jogada em um quarto. Na penumbra, ela viu um homem que a estava olhando seriamente.

Ela estremeceu...

'Que olhar frio...'

Ela estava bêbada e não pensou duas vezes, ela se levantou com muita dificuldade e aproximou-se do homem. Lola estava ciente de que precisava de algo, que era muito importante para ela, porém naquele momento ainda não sabia do que precisava.

"Saia daqui!" Jorge disse depois de ver o rosto da mulher.

Seus longos cabelos escuros foram preparados por uma estilista profissional, e tanto o vestido branco como o seu corpo sexy mostravam todos os seus atributos.

A barra do vestido estava decorada com diamantes brilhantes. Sua perna bem torneada estava à mostra no lado direito da saia do vestido.

Conforme os saltos altos de 8 cm, podia deduzir que Lola era uma pessoa feliz, franca e sincera.

Naquele momento, ela mal se equilibrava naqueles sapatos de edição limitada. A poucos centímetros de distância, Jorge viu seu rosto avermelhado...

"Estou me sentindo mal, você pode me dar um copo de água gelada?" Lola perguntou enquanto tentava tirar os sapatos, porém por mais que tentasse, não conseguia.

Ela passou o braço direito pelo pescoço do homem, movendo suavemente a mão esquerda e, finalmente, conseguiu tirar os sapatos e os jogou a uns 3 metros de distância.

O perfume que a mulher usava era de uma marca internacional bem conhecida, que não parava de espalhar um cheiro agradável floral pelo ar.

Tudo o que essa mulher estava usando demonstrava que era uma jovem elegante e nobre. 'É uma mulher que entrou no quarto errado?' Seria possível?

Jorge pegou o esbelto braço de Lola e a arrastou até a porta.

No entanto, as pernas da mulher começaram a tremer. Ela caiu no tapete branco no chão, uma de suas mãos ainda agarrava o homem.

"Chega!" A paciência de Jorge estava chegando ao fim. Ele deixou a mão dela bruscamente e decidiu ligar para a recepção do hotel.

Enquanto pegava o telefone fixo para ligar para a recepção, a mulher levantou-se e abraçou suavemente a cintura de Jorge.

"Me ajude, por favor, me sinto mal." Sua voz trêmula tinha um encanto especial naquela noite escura.

Jorge deixou o telefone e a olhou seriamente: "Diga-me! Quem te disse que hoje eu estaria nes

ta cidade? Quem te contratou..."

Sem terminar as perguntas, Lola se jogou contra Jorge com tanta força que os dois caíram no sofá que estava atrás dele.

"Ei, você! Eu... Eu me sinto mal... É uma ordem, me salve!"

'Está me dando ordens?'

Jorge estava tentando controlar sua paciência. Ele riu e se afastou da mulher sem hesitar.

Bem, ele tinha que admitir que aquela mulher era muito atraente, porém, eles subestimaram seu autocontrole.

"Pela última vez, saia daqui!"

Lola deu alguns passos para trás para ficar de pé. Ela mal entendia o que o homem estava falando. Naquele momento, Lola somente conseguia ver os lábios de Jorge que não paravam de mover-se e que a faziam sentir-se cada vez mais excitada.

Ela abriu o zíper escondido do vestido, que caiu no chão sem fazer nenhum ruído.

Ao ver a cena, Jorge ficou parado olhando para ela fixamente. Parecia que desta vez o inimigo era muito forte e a mulher que eles enviaram era bastante interessante.

Lola estava um pouco inconsciente, porém, cada vez que o homem tentava expulsá-la, ela se lançava de novo contra ele.

Então, tudo bem, ele já não tinha motivos para se controlar.

"Que dor, quem ousa me machucar... Droga!"

Jorge ficou surpreso por alguns segundos ao notar as reações de Lola, o que o fez desacelerar o ritmo.

Talvez ela fosse atraente demais, e fez com que Jorge fizesse amor com ela em muitos lugares: no quarto, no chão e na varanda.

Pouco antes do nascer do sol, o casal caiu em um sono profundo.

O sol brilhava fortemente.

Lola acordou por causa do ar condicionado, que estava muito frio. Ela abriu os olhos, buscando o cobertor para continuar dormindo.

Lola procurou em todos os lugares o cobertor, que estava no chão.

'Espera... Algo está errado. Por que todo o meu corpo dói tanto? Por que estou em um hotel?'

Lola levantou-se bruscamente. Ela estava sozinha naquele quarto de luxo, suas roupas estavam jogadas no chão e havia também um... roupão?

Supresa, ela notou os arranhões no seu corpo. Como adulta, Lola sabia muito bem o que tinha acontecido com ela na noite anterior.

Mas como isso foi possível?

'Ontem à noite... Rosa me ajudou a procurar um lugar para descansar um pouco, e... depois? Quem era aquele homem?'

Merda! Ela não se lembrava de nada. Como poderia ser?

Lola ficou na cama confusa por um tempo, sem vontade de fazer nada.

Ela saiu da cama, suas pernas tremiam muito. Lola esforçou-se até chegar à janela e abriu a cortina.

O esplendor do sol era ofuscante. Parecia que já era bem tarde.

Pensando uma e outra vez, Lola ainda não conseguia entender o que tinha acontecido, e nem por que isso tinha acontecido com ela.

Quando viu as paisagens do lado de fora, ela sabia que ainda estava no hotel. A paisagem que se via pela janela era muito bonita. Tanto a brisa suave como o cheiro agradável das flores, e a cortina rosa, todos juntos formavam uma imagem única, porém, naquele momento, ela não estava de bom humor para apreciar nada.

Ela estava muito perdida, o que aconteceu já aconteceu, ela não podia fazer mais nada naquele momento.

Ao lado da cama havia 2 presentes. Lola abriu o primeiro presente, era um vestido branco.

Ela se preparou para tomar banho e deixar aquele lugar o quanto antes. Por isso, se esforçou até o banheiro. Dentro do banheiro, encontrou artigos de banho para homem, que provavelmente eram daquele homem.

Ela balançou a cabeça. Em seguida, a mulher encheu a banheira com água quente e entrou nela lentamente.

"Quem poderia ser o homem de ontem?" Lola se perguntava ao mesmo tempo que tomava banho.

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